sábado, fevereiro 28, 2009

Mais um cartel, num país onde estes começam a ser prática reiterada...

"TMN, Vodafone e Optimus aumentam tarifas em 2,5 por cento em Março"

As empresas de telecomunicações móveis insistem em pautar a sua presença no mercado através de práticas concertadas. Acresce que cada vez há menos vergonha na cara para o verdadeiro cartel em que se estão a tornar estas três sociedades. Ainda recentemente tivemos uma polémica sobre o lançamento dos seus produtos wireless, onde as três lançaram ao mesmo tempo três produtos rigorosamente iguais. Na altura desmentiram o recurso à prática concertada, que é ilegal. Perante o teor desta notícia, será que vão continuar a desmentir? Onde está a autoridade para a concorrência? Onde está o poder político? Onde está o consumidor que cruza os braços, encolhe os ombros e deixa andar como se nada fosse?

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Rosa cor-de-rosa

"Alegre ainda não sabe se vai ao congresso"

Fonte: Correio da Manhã

Manuel Alegre continua a fazer furor, não pelo seu activismo político, mas pelo protagonismo cor-de-rosa que adquiriu desde as Presidenciais de 2006. "Manuel Alegre ainda não sabe se vai ao congresso", "Alegre ainda não escolheu a gravata que vai usar quando for votar", "Manuel Alegre vai ao congresso com um fato Chanel", "Alegre assume relacionamento com Diana Chaves", "Manuel Alegre no encerramento do Sasha", "Alegre com a sua amiga Maya na festa do Buddha". Manuel Alegre virou socialite, apenas isso. De político tem muito pouco, mas de celebridade tem demasiado para dar e vender. O perigo no meio deste processo, é que todo este protagonismo barato atribuem-lhe importância suficiente capaz de caçar votos aos populistas, que ainda representam boa parte do eleitorado.

Há males que vêm por bem

"Portugal corre o risco de perder um lugar na Taça UEFA em 2010/2011, um cenário que apenas parece possível de evitar com grandes campanhas de FC Porto e Sporting Braga na época em curso das provas europeias."

Fonte: Público

Infelizmente, não posso lamentar esta notícia. A presente época é a última em que Portugal vai contar com 7 (!!!) equipas nas competições europeias, um cenário um pouco desadequado para um país que tem um campeonato muito mediano como o nosso, e com apenas 16 equipas. Ou seja, de acordo com os actuais critérios, a primeira metade da tabela dá direito a participar de igual para igual com equipas que jogam em campeonatos mais competitivos e com 18 ou 20 equipas, onde andam todas praticamente ao mesmo nível. Não me parece justo.
Não me parece igualmente justo que tenhamos equipas nacionais a produzir fraco futebol no exterior. Casos como Paços de Ferreira, Belenenses (belos tempos em que era uma verdadeira equipa de Europa), Marítimo, Nacional, União de Leiria, Vitória de Setúbal e companhia, sinceramente, não vão à Europa fazer nada, senão envergonhar o futebol português. Por mais que digam que é a experiência internacional, e a contínua participação nas competições europeias, que permitem a conquista de resultados positivos no futuro, a verdade é que isso deveria ser um factor motivador para que estas equipas não tivessem nada a perder, esforçando-se por marcar golos e ganhar jogos. Tal não acontece. Excluíndo Porto, Benfica, Sporting e Braga, todas as outras equipas nacionais que vão à Europa mais não fazem do que jogar "à retranca". A sua ambição passa por "encher a casa" e sofrer o menor número de golos possível. Ora, quem é que consegue acumular "experiência" a fazer dois jogos internacionais de dez em dez anos e a jogar à defesa os 180 minutos que duram a eliminatória? Ninguém.
Assim sendo, perder alguns lugares não faz mal nenhum ao futebol português, antes pelo contrário, devia ser motivo de reflexão pelos responsáveis máximos do futebol português. Na verdade, termos apenas duas equipas na Liga dos Campeões e duas, no limite três, na Taça UEFA, parece ser o mais justo, embora tenha sérias dúvidas quanto à participação do Sporting na Liga Milionária. Se Benfica e Porto têm bons resultados nesta competição, o Sporting faz a figura de "Paços de Ferreira da Liga dos Campeões". Todos os anos o discurso é o mesmo: "sejamos realistas, vamos tentar chegar o mais longe possível". Não, não podem ser realistas, têm que sonhar e isto é o que os adeptos vos exigem! Ora, uma equipa grande, mesmo em Portugal, assume desde logo a sua candidatura aos oitavos-de-final. Se o Sporting não o faz é porque continua a ser uma equipa demasiado pequena cuja única ambição é facturar uns milhões de euros para amparar a sua semi-humilde folha de salários. Isto não é ambição. Os 0-5 contra o Bayern Munique foram merecidos. O meu patriotismo obriga-me a torcer sempre pelas equipas portuguesas no estrangeiro, até pelo Porto, como se fossem o Benfica a jogar, mas jogar a medo, em casa, contra uma equipa que este ano nem está a ser aquela máquina devoradora de adversários que já foi noutros anos, é por si só embaraçoso. Com esta ambição, o Sporting continua a demonstrar que é demasiado pequeno para uma Champions. Dêem espaço ao Benfica. Pode nem se qualificar para a fase seguinte, o que acontece aos melhores, mas pelo menos assume a sua candidatura e esforça-se por lá chegar.

P.S.: Aos sportinguistas que se sintam tentados a falar na época vergonhosa do Benfica na Taça UEFA, as épocas atípicas acontecem aos melhores, e a alguns até por diversas vezes. Ao Porto já aconteceu algumas vezes, ao Benfica idém, e o Sporting, pasmem-se, já teve uma época tão atípica para a sua realidade que até já conquistou uma Taça das Taças. E esta, hein?

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Ate quando?

A pintura de Gustave Courbet

"PSP de Braga justifica apreensão de livros com “perigo de alteração da ordem pública”"

Até quando vamos continuar com a hipocrisia? Até quando vamos fingir-nos cegos? Até quando durará o politicamente correcto? A nossa sociedade continua a não entender que quanto mais banalizarmos as coisas, mais despercebidas elas passam. Dos atrasados mentais nunca nos livraremos. Seja qual for a situação, vai sempre haver um imaturo por perto. Temos que aprender a conviver com isso. Ou não?

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Dois tiros certeiros e meio pelo benefício da dúvida...

Não vi o filme de Kate Winslet, mas vi os de Sean Penn e Penelope Cruz. Fazer de Harvey Milk não é fácil, nem sequer para o malogrado activista. Na minha opinião, Penn encarnou o personagem e não se mostrou coibido em desempenhar o papelão que desempenhou no filme. Não vi o "Wrestler", mas o Sean "Harvey Milk" Penn merece o prémio que recebeu. Excelente filme, excelente actor, excelente papel.
Penelope Cruz dá pena. Para actriz secundária tinha mais atenções à sua volta do que Scarlett Johanson, por exemplo. O oscar de Penelope Cruz é também merecido. Já prestaram atenção à personagem que ela desempenha em "Vicky Cristina Barcelona"? Laureada com toda a justiça!
Já o "Slumdog Millionaire", do que vi do trailer parece-me um filme banal e mesmo não o tendo visto, tendo sempre a desconfiar de filmes que recebem mais de 5 óscares. Raros são os que os merecem e creio que toda a polémica em torno do filme contribuíram para a atribuição de mais alguns prémios.

Tonight: must hear it!

"Tonight": fustiguem-se implacavelmente se não ouvirem o novo disco dos Franz Ferdinand!

sábado, fevereiro 21, 2009

A segunda melhor opção...

"José Sócrates convidou Hugo Chávez para o Congresso do PS"

Hugo Chávez é um convidado de peso, embora o Tony Carreira fizesse mais furor...

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Citadinos?

Sinceramente, acho a expressão "citadinos" quando aplicada a certos automóveis, muito descontextualizada. Pensemos no Smart e noutros modelos semelhantes. O Smart até pode ser um carro citadino, mas de certeza que não é um carro para a cidade de Lisboa. Não me refiro aos peões, nem ao trânsito local, mas sim ao pavimento. Andar em Lisboa é uma verdadeira aventura digna de um todo-o-terreno. Quando dou por mim a entrar em Lisboa, entro num mundo completamente novo, ficando com a sensação que entrei numa autêntica selva urbana. São verdadeiras gincanas aquelas que temos que fazer para fugirmos aos penhascos que se nos deparam nas estradas alfacinhas quando menos esperamos. Entramos em contra-mão, na faixa do lado, nos estacionamentos, nos passeios. Vale tudo, mas não podemos atolar os nossos carros naqueles buracos que competem de igual para igual com os campos de cabras que temos em território nacional.
Insisto, os verdadeiros citadinos são os Pajero, os Rav4, Discovery, etc. Os Smarts, os Corsas, os Minis e companhia foram feitos para o tapete da auto-estrada*, sob pena de se desfazerem nas armadilhas com que a cidade de Lisboa (e outras, pois não me esqueço do caos de Almada) nos privilegia. Mau mau nem é despenharmos a nossa amostra de bólide, porque a Câmara de Lisboa supostamente é responsável pelos prejuízos causados. O verdadeiro problema é a dor de cabeça que tudo aquilo traz para o condutor, o tempo interminável para sermos ressarcidos pelos danos, o tempo que ficamos sem carro que entretanto vai para arranjar, o tempo que o município demora a assumir as culpas sem nos obrigar a ir para tribunal (o mais importante de todos), etc. Não fosse por isso e garanto que o meu carro era sério candidato a cirurgia completa a cargo da CML.

* - Imaginem o quão grave é conduzir em Lisboa para me obrigar a comparar as nossas auto-estradas com tapetes.

Impunidade em Portugal? Qual quê!

"O Banco de Portugal decidiu suspender seis administradores do Banco Privado Português (BPP) até 2011 devido a “irregularidades graves” praticadas no banco antes de 2 de Dezembro de 2008, data que coincide com a nomeação de quatro administradores provisórios para o BPP."

Fonte: Público

Uuuuuuuh! Os tipos foram suspensos! E até 2011! Afinal há justiça em Portugal...

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Não basta ser a parte mais fraca, como ainda luta com armas mais fracas...

"As taxas de juro que servem de indexante ao crédito à habitação continuam em queda, com a Euribor a três meses a atingir hoje novo mínimo histórico, nos 1,927 por cento"

Fonte: Público

Ainda não é o desejado, mas aos poucos chega lá. Quando acabarem com esta verdadeira usura que são as taxas Euribor e passarem a taxar proporcionalmente as aplicações dos clientes com as mesmas taxas que estes pagam sempre que recorrem a créditos, então, sim, atingiremos o ponto de equilíbrio.

TV WC (parte 265102)

"Os telespectadores da RTP consideram que a estação pública tem falta de "pluralismo clubístico" dando demasiado destaque aos "três grandes" do futebol (Benfica, Sporting e FC Porto), refere o relatório de 2008 do Provedor do Telespectador."

Fonte: Público

Falta de pluralismo clubístico? Dá demasiado destaque aos três grandes? Se começam a pegar em pluralismo clubístico, vamos ter oito jogos por semana para estarem representados os interesses de todos. Assim ao menos ainda dão só um por semana o que, convenhamos, já é fardo suficiente para quem gosta de futebol. Os jogos da Liga portuguesa não são jogos de futebol, são novelas: temos a venezuelana (Benfica), a portuguesa (Sporting) e a brasileira (Porto). Cada jogo dá um novo episódio. Se começarmos a dar jogos das minorias então vai ser bonito...
Não se metam com o futebol, pensem antes em dar um fim à carreira noveleira que a estação pública insiste ter. Aquelas tardes da RTP conseguem ser mais dolorosas que uma colonoscopia.
E se a isto ainda juntarmos aqueles talk-shows matinais, quais clisteres, então temos o forrobodó instalado!

Veni, vidi, vici...

sábado, fevereiro 14, 2009

Aprender com os erros...

"Caracas expulsou ontem à noite o eurodeputado espanhol Luis Herrero – que se encontrava no país em missão de observação para o referendo de amanhã – por o político se ter referido ao chefe de Estado venezuelano, Hugo Chávez, como um “ditador”."

Fonte: Público

A Europa continua a não aprender com os erros do (longínquo) passado. Se há 500 anos entrámos sem pedir licença, hoje o caso é ainda mais preocupante: somos convidados, aceitamos os convites e insistimos em ditar as regras na casa dos outros. Se é para isto, porque não rejeitamos delicadamente as solicitações vindas do exterior? Alguém tem dúvidas que se Chávez desse ares de Atahualpa, o eurodeputado estaria apto a dar uma de Francisco Pizarro?

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Manuela Moura Guedes: simplesmente ridícula

Já não via um telejornal da TVI há pelo menos um ano. Não gosto de formatos sensacionalistas e baratos, realizados por gente incompetente que não sabe o que é um veículo de informação ou para que serve. Manuela Moura Guedes não é profissional de coisa nenhuma, o que a torna demasiado fraca para ter o seu rosto estampado num qualquer programa de televisão, quanto mais num telejornal. Hoje tive a infeliz ideia de fazer zapping e de passar pela TVI. Fiquei a ver como andava este noticiário que eu tinha deixado de ver.
Bolsei. É verdade, Manuela Moura Guedes e as suas "nutícias" (esta estação tem um noticiário tão fraco que até aquele clássico programa da Sic Radical evidencia mais profissionalismo) fizeram-me bolsar. Como é que é possível que em cada notícia apresentada, a pivot dê o seu palpite sobre a matéria, ainda para o mais em tom jocoso e depreciativo? Não deve ser o jornalista isento e limitar-se a apresentar as notícias?! Foi apresentada uma notícia sobre o Primeiro-Ministro e, depois de algumas farpas, MMG acrescenta qualquer coisa como "pelos vistos José Sócrates, lá no seu alto e com os seus olhos castanhos, tem memória curta". Fiquei incrédulo! Não há respeito pelos representantes do Estado? Goste-se ou não, os Ministros, os deputados, os Presidentes da República, da Câmara e dos Governos Regionais, são dignos de respeito. Que comentários são estes, MMG?!
Passou ainda uma notícia sobre uma obra absurda em Vila Franca de Xira, e MMG, no final da mesma, diz "é por estas e por outras anedotas que o nosso país continua a ser muito... especial" com o seu ar de gozo! Assim sucedeu com outras notícias. Pelo que pude apurar, sucede constantemente e alguns atrasados mentais de certas e determinadas revistas e programas televisivos dão-lhe os parabéns pela irreverência. Não é irreverência, é atraso mental, deficiência, falta de noção, idiotice, o que quiserem, mas irreverência não é!
Perdi 20 minutos da minha vida a ver notícias da TVI, e posso garantir que desta vez aprendi com o erro. Uma coisa é amadorismo, outra é o absurdo e a falta de dignidade.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Sympathy for the Devil (II)

Mahmoud Ahmadinejad

Gosto de Mahmoud Ahmadinejad, de Robert Mugabe e de Hugo Chávez. Não aprecio ditaduras, mas aprecio alguns ditadores. Agradam-me os "loucos". Não é pelas suas políticas, mas pela sua transparência. Um tipo que ocupa o mais alto cargo de um país e rema contra a maré, ainda que esta o possa levar a bom porto, tem que ser admirado. É preciso "tê-los" no sítio! Gosto de seres genuínos, transparentes e sinceros que fogem ao "politicamente correcto". São desses seres que sabemos o que esperar, para o bem ou para o mal. Esses não mentem, nem iludem. Esses educam o povo e levam-nos para o caminho que querem mesmo quando o povo acredita que estão errados. A esses dou valor, muito mais do que a todos aqueles que vivem de resultados e populismos gratuitos. Goste-se ou não, qualquer um dos três políticos que referi merece crédito: eles acreditam, mesmo, que o que fazem é a solução para os problemas dos respectivos países, impõem-se, mostram quem manda e alucinam. Eles representam o Ser Humano no seu estado mais transparente. Admiro gente assim, não pelas ideias que têm, mas por se afirmarem tal como são. Fazem-se poucos assim nos dias que correm.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Aprender com os exemplos de fora...

Sempre que oiço o "God Save The Queen", na versão dos Sex Pistols, logo dou por mim a tentar fazer uma versão de "A Portuguesa" com o mesmo conteúdo da banda punk inglesa, para o caso da política nacional. Desmotivo-me com a mesma rapidez com que me lanço nesta aventura, cruzando os braços e dando uns pontapés nas latas, não vá alguém subitamente decidir acusar-me de assassinato político, terrorismo moral ou simplesmente verborreia bloguística.

A segunda morte de Eluana

Eutanásia, sim. Kevorkianismo, não.

domingo, fevereiro 08, 2009

Manuel Alegre e o BE: zero vezes zero

Muito se fala de uma eventual aproximação de Manuel Alegre ao Bloco de Esquerda, sobretudo quando nos aproximamos das eleições. Na minha modesta opinião, Manuel Alegre é zero. Manuel Alegre é uma fraude política a quem não conhecemos obras a não ser aquelas que publica. Manuel Alegre tem mais personalidade na escrita do que na política. Na política, o poeta teve sorte, muita sorte, quando nas semanas que antecederam as Presidenciais de 2006, o PS apresentou como candidato o MP3 (Mário Presidente 3), abdicando de Manuel Alegre que passou a sofrer da "síndrome do Calimero". Os portugueses, conhecidos pela emotividade e compaixão que têm para com os "coitadinhos" (quem não se lembra do clássico Zé Maria, por exemplo?) logo se colaram ao poeta-deputado e este acabou por ser o segundo mais votado nas eleições. Da sua boca nunca saiu uma ideia, uma sugestão para dar um rumo ao país. A única coisa que me lembro é de Manuel Alegre alertar para os perigos do "presidencialismo" em que cairíamos caso Cavaco Silva fosse eleito. Cavaco foi eleito e hoje temos o melhor Presidente da República dos últimos 25 anos, apesar das controvérsias e de por vezes eu próprio me indignar com a sua passividade.
Alegre limita-se a desfrutar de toda a onda criada à sua volta e que lhe atribuem protagonismo... por rigorosamente nada, ou apenas porque o poeta decide falar mal de mais alguém que alegadamente o terá destradado. Não compreendo a euforia em torno do ex-candidato presidencial que é socialista, é bloquista, é independente e outras coisas mais que lhe dêem jeito, porém aceito-a: os portugueses gostam destes "coitadinhos" da mesma forma que gostam de novelas, do Goucha, da Merche e do Malato. Alegre não é decisivo, Alegre não é inteligente (é esperto), Alegre não pensa Portugal, Alegre... Alegre é zero, é uma fraude política. Manuel Alegre para o Bloco só representa uma coisa: votos. Manuel Alegre é o cacique que pode atrair eleitores. Apenas e tão-só.

P.S.: O que é feito daquele "grande" e "dinâmico" Movimento de Intervenção e Cidadania que, supostamente, viria revolucionar Portugal e seria uma pedra no charco da actual apatia política e social portuguesas? Este Movimento, tal como Alegre, é zero... zero vezes zero.