segunda-feira, julho 30, 2007

Brevemente...

... as aventuras do Guerreiro em Roma! Questa settimana!

sexta-feira, julho 27, 2007

Reintegração de Trabalhador

A alínea b) do nº1 do art. 436º do Código do Trabalho declara que, caso um trabalhador seja despedido ilicitamente, tem o direito de ser reintegrado no seu antigo posto de trabalho pelo empregador, caso o pretenda. Esta regra é uma revela mais uma das características do Direito do Trabalho, que protege a parte mais fraca (o trabalhador) na relação contratual laboral.

Sendo uma expressão do príncipio da segurança do emprego, previsto no art. 53º da Constituição, tenta esta regra dissuadir o empregador na prática de despedimentos arbitários e em justa causa.

Mas será esta uma boa regra?

Julgo que, mesmo que de facto haja ilicitude da parte do empregador na decisão de despedir o trabalhador, a reintegração não é um bom caminho. Olhando para a realidade, um trabalhador que seja reintegrado, terá condições de trabalho para o regresso? Não será visto como persona non grata no seio da sua entidade patronal? O ambiente no sue local de trabalho seria propício ao seu desenvolvimento profissional?

Creio que são mais as desvantagens do que as vantagens, até mesmo para o trabalhador, que esta opção jurídica permaneça. Não se justifica que se mantenha uma relação contratual que já está minada (através de notas de culpa, procedimento disciplinar, julgamento, recursos, etc) e em que não há confiança de ambas as partes do contrato.

O mais razoável é assim que seja concedida ao trabalhador ilicitamente despedido uma indemnização gravosa para para o empregador. Também esta é uma forma de dissuadir o empregador na decisão de despedir.

quarta-feira, julho 25, 2007

Para mal do desporto

No ciclismo, cada vez mais é uma certeza: vence aquele que mais se dopar. E, infelizmente, há uma pergunta que é cada vez mais pertinente nos dias que correm: há algum ciclista que não se dope?

Bolas de berlim... com creme!

Li com interesse o artigo publicado no passado dia 23 de Julho no Público, cuja autoria pertence a Helena Matos. É um artigo interessante e concordo com o fim a atingir com o mesmo. No entanto, ao fim, faltam os meios adequados. Devo dizer que, ao contrário do que Helena Matos escreve, no Concelho de Almada a venda ambulante não é proibida. É fácil confirmar isso. Venham ao Centro de Almada, onde vê dezenas de vendedores ambulantes. Venham à Costa da Caparica, perto do Hotel, onde vêem mais dezenas de vendedores ambulantes.
Por último, as recomendações da ASAE não se aplicam em Almada, ao contrário do que nos querem fazer crer. Ainda ontem estive numa das praias da Costa da Caparica, e comi uma bela bola de berlim, com creme (!), que um vendedor de bolos, gelados e línguas da sogra, fez questão de me vender. Deixem-me dizer-vos que já as como há mais de vinte anos aqui, e nunca a ASAE pôs fim à venda das mesmas. Permitam-me acrescentar que a bola de berlim com creme, que me foi entregue pela mão do próprio vendedor, estava soberba.
Ao mesmo tempo que adquiri a bola, e enquanto a comia, pensei "anda um gajo a gastar dinheiro no Público, para ler mentiras". A não ser que exista outro Concelho de Almada, e outra Costa da Caparica. Nesse caso retiro tudo o que disse.

Escola do futuro (parte 2)

Se em vez de "Escola do futuro", o Governo se preocupasse com "Educação, que futuro?", os portugueses só teriam a ganhar, inclusivamente o Estado. Um país com formação, desenvolve-se a todos os níveis, especialmente no campo económico e tecnológico. Os nossos governantes preferem fechar os olhos à educação e iludir as graves deficiências da mesma através de updates dos equipamentos.
Vamos ter escolas dotadas de equipamentos topo de gama, mas cheia de alunos ignorantes e burros como uma porta. Alunos que chegam a uma faculdade sem saber o que são regras de três simples, equações, ou até fracções. Alunos cujos únicos livros que conhecem são o do Cristiano Ronaldo e o do Mantorras. Alunos que ao lerem o que quer que seja, fazem pausas entre as palavras.
Enfim, continuem a preocupar-se com a "Escola do futuro", e ignorem o "futuro da educação. Portugueses ignorantes dá jeito. Dão votos, segundo ouvi dizer.

Escola do futuro

A "Escola do Futuro" vai colocar o nosso país "entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica dos estabelecimentos de ensino" (uff, custou). Uma frase bonita, eloquente e com forte impacto. Vamos ter vigilância electrónica, plasmas, computadores, etc.
Porém, continuo a preferir a velha ardósia e o velho porteiro de escola, se isso implicar colocar os alunos a pensarem pelas próprias cabeças, saberem realizar raciocínios matemáticos sem recorrer a uma calculadora, aprenderem a fazer uma caligrafia minimamente inteligível, saberem interpretar textos e a usarem os restantes recursos do cérebro que com as tecnologias não usam.

Fim do BTuga?

Segundo consta, o BTuga foi encerrado. O mais famoso site/servidor de troca de ficheiros nacional foi suspenso pelas autoridades, por lhe serem imputados diversos crimes que violam os direitos de autor.
O dono do famoso servidor e site, Luís Ferreira (Martini-Man), encontra-se indignado pelo facto da Polícia Judiciária ter entrado na sua casa às 7h da manhã. O que esperava ele? Que a PJ se deslocasse lá às 12h ou às 16h quando ele estivesse na praia? O horário previsto na lei para buscas domiciliárias, etc tem o seu início às 7h. Cumpriu-se a lei.
O mesmo insurge-se contra o facto de ter sido constituído arguido, alegando que no seu servidor nunca passou conteúdo ilegal. Pergunto, o que quererá então dizer Spiderman3.DVDRip, Transformers.CAM, ou ainda Number23.DVDScreener? Ele terá mesmo o descaramento de dizer em tribunal que o seu servidor não continha material ilegal?
Não se ficando por aqui, ameaça fazer queixa contra terceiros pelo facto destes terem usado a marca btuga num programa de chat da internet, alegando que a marca btuga se encontra protegida. Creio que a PJ gostará de ter conhecimento que um indivíduo pretende apresentar queixa contra terceiros por estes usarem uma marca que se dedica à violação de direitos de autor. Basicamente, dará qualquer coisa como "desculpa, mas o monopólio nacional da pirataria pertence-me, ok?".
De referir ainda que alguns moderadores do site são tão estúpidos (não há outra palavra que se enquadre melhor), que usam os logotipos da PJ e da Interpol como avatar.
Gente inteligente, esta...

terça-feira, julho 24, 2007

Procura-se: criança com talento para actuar ao lado de José Sócrates

Há pais que levam os filhos aos castings dos "Morangos com Açucar", para ganharem 300 euros por episódio. Há outros que levam os filhos aos castings do Governo, a troco de 30 euros por aparição nos telejornais.

Progresso político

Depois do aparelho socialista ter brindado a sede de campanha de António Costa com centenas de idosos de todo o país que nem sabiam para o que iam, eis que José Sócrates contrata crianças para aparecerem na televisão a colaborar com o Governo, a troco de 30 euros por cabeça, relativamente à notícia da modernização das escolas. Já os idosos haviam recebido um lanche composto por uma sandes de manteiga, um Bongo, uma peça de fruta e uma viagem gratuita a Lisboa.
Este progresso político faz-nos chegar à conclusão que o PS já domina os sectores infantil e idoso. Os imigrantes também já se encontram dominados: uma nova lei da nacionalidade, uma casinha com uma renda de 10 euros mensais e o aumento do subsídio a atribuir por cada filho que tenham.
Falta chegar às massas, ao público entre os 18 e os 65, aos eleitores mais activos. E o aparelho promete lançar sobre estes um desafio aliciante em 2009: 10 euros por cada voto em José Sócrates.

segunda-feira, julho 23, 2007

Adopte um Dot

Vejo nas notícias de hoje que é cada vez maior o número de portugueses que adoptam crianças estrangeiras, sobretudo de países não europeus. Adoptam mais cabo-verdianos e brasileiros. Há tentativas de adoptar crianças de leste, indianas, enfim... de todo o tipo de raças, menos brancas. Pergunto: porque não adoptam crianças portuguesas? Bem sei que o processo de adopção demora algum tempo, mas já não é assim tanto quanto isso. Longe vão os tempos em que os casais se propunham a adoptar uma criança de 3 anos e quando ela completava os 12 ainda aguardavam o fim do processo. As coisas já não são assim e já não justificam que se opte pelo estrangeiro, apesar de poderem melhorar mais.
Sendo assim, repito a pergunta: porque não adoptar crianças portuguesas?! Porquê deixá-las num orfanato e adoptarem negros, indianos, cabritos, orientais, etc? Creio que isso se deve mais à "gracinha" que é, e à moda gerada de há poucos anos para cá com a adopção de crianças de outras raças, provenientes de países pobres. Moda essa promovida em grande parte por Angelina Jolie e Madonna. Pois bem, Angelina Jolie há só uma, e crianças pobres, miseráveis e abandonadas há em todo o lado, inclusive em Portugal! Mas, por graça, preferem ir buscar as dos outros e deixas as nossas ao abandono. Este tipo de filosofia é aquele que assola os nossos governantes e perturba uma correcta distribuição de riqueza: em Portugal, preferem dar milhões de euros para ajudar países que só nos chamam irmãos quando precisam, em vez de ajudar os nossos portugueses que vivem na miséria.
Além de tudo o que já foi dito, há mais um ponto contra esta adopção de crianças estrangeiras: mãe branca, pai branco, filho preto. Mãe loira, pai moreno, filho indiano. Mãe portuguesa, pai português, filho com cara de ucraniano. A primeira coisa que se pensa quando se vê uma coisa destas, é: mais um com a cabeça enfeitada, mas este é corno manso porque ainda cuida do filho do outro.
Isto só prova que as pessoas querem adoptar crianças estrangeiras por capricho. Não é pelo amor. É como comprar uma tatuagem, um telemóvel, uma jóia ou um carro: dedicam-se por inteiro a cuidar daquilo que tanto queriam, mas querem um modelo cinza, com vidros fumados, bancos de aquecimento e jantes de 17. Se não for assim, não querem. Só assim se justifica irem ao estrangeiro: se não for de raça diferente, se não tiver os olhos de uma certa cor, o cabelo de outra, e se não lhe puderem dar um nome esquisito, então já não querem. A desculpa do "em Portugal demora muito tempo" cai por terra quando se os vê irem para estes países adoptar crianças "como a Angelina Jolie fez". É grave, mas as pessoas vêem numa criança um acessório para a sua vida que tem que ser como eles querem, ainda que não tenha nada a ver com eles. É só um bem...
Adoptem o que é nacional! Temos muitas crianças portuguesas a precisarem de pais e se for mesmo por amor, então pode demorar algum tempo, mas quando se ama, espera-se! Adoptem uma criança portuguesa, porque cada vez são menos os que as adoptam! Uma criança não é um bem e muito menos um capricho!

Vêem o que dá ter 15 minutos de fama na TVI?

Já não é o primeiro...
Quer gente que foi ao Big Brother, quer gente que vai à Júlia, ao Goucha e ao Jornal Nacional, acabam todos por ter o mesmo fim: Ver aqui

Uma senhora!

Espectáculo!

Para quem pensar que é impossível, garanto-vos que Norah Jones consegue cantar ainda melhor ao vivo do que nos discos que compramos. Digo mais, os bilhetes ficam em conta tendo em conta a qualidade do espectáculo desta senhora. Um amante de Jazz, ou um simples amante de boa música, jamais poderá perder Norah Jones na vida. Sem sombra de dúvida que sempre que cá voltar vai contar com a minha presença. É mais do que um espectáculo, e fiquei boquiaberto durante quase todo o concerto tal é a categoria que esta grande música e cantora tem.
Não tenho mais nada a dizer sobre Norah Jones. Se já era fã dela, tinha os discos e seguia a carreira dela com frequência, então depois do que vi (e ouvi) hoje posso dizer que sou apaixonado! Meus amigos, quando ela voltar, não cometam o erro de não a verem. Enfim... estou sem palavras... e apaixonado!

domingo, julho 22, 2007

Sobra sempre para o sujeito do costume

Os advogados estagiários de 1.ª fase inscritos no 1.º curso de 2007, apresentaram-se ontem a exame de Prática Processual Penal, sendo este o último. Ao chegarem lá, são surpreendidos com a anulação do exame pelo facto da grelha de correcção ter sido publicada no site da Ordem dos Advogados antes da realização da prova. Até aqui, tudo bem. A OA teve a postura correcta, e agiu da forma mais rápida possível tendo em conta que alguns poderiam ter saído favorecidos com este erro.
Ocorre, porém, que a solução encontrada pela OA passa pela repetição do exame na segunda quinzena de Setembro, praticamente dois meses depois de toda esta trapalhada, a qual jamais poderá ser imputada aos advogados estagiários que acabam por ser os principais prejudicados. Já não é a primeira vez que os exames de Prática Processual Penal metem água.
A solução mais correcta parece-me passar pela repetição do exame o mais tardar no próximo sábado, ou então, caso não exista essa possibilidade, a passagem de todos os formandos à cadeira de Prática Processual Penal.
Estou curioso por ver as reacções de futuros advogados. Como é natural, não estou à espera que invadam a Ordem dos Advogados e destruam tudo o que lhes aparece à frente, mas calados não podem ficar! Como é possível que por causa do erro de alguém, centenas sejam prejudicados e tudo se resuma a um pedido de desculpas pelo inconveniente? Há que apurar responsabilidades e diminuir ao máximo os efeitos causados por este erro. E a diminuição dos efeitos não passa pela realização do exame dois meses depois.
Estou solidário com todos os advogados estagiários que enfrentaram esta triste situação ontem e peço à OA que lide com mais atenção a realização dos exames, em particular os de Prática Processual Penal, que muito têm dado que falar.

sábado, julho 21, 2007

Uma no cravo e outra na ferradura

Estou por entender como é que qualquer País que seja, aprova a despenalização do aborto, e depois promove políticas de incentivo à natalidade. É uma espécie de venire contra factum proprium por parte do Estado. Colocando isto em prática dá qualquer coisa como: "meus amigos, não tenham filhos indesejados e fruto de acidentes. Mas, deixem-nos nascer e recebam uns milionários 32 euros mensais". Ou então "pensem bem no aborto até às 10 semanas e vão em frente, mas caso se arrependam e deixem passar o prazo, a partir das 12 semanas inscrevam-se e comecem a receber um fantástico abono".
Pergunto: isto é incentivo a quê? Alguém acredita que é possível incentivar à natalidade com 32 euros mensais? Acham que 32 euros mensais pagam um infantário e pagam as fraldas e as restantes despesas? Alguém consegue incentivar à natalidade, despenalizando e criando condições para que se realizem abortos?
Creio que o Governo se enganou no nome atribuído a estas políticas. Não são políticas de incentivo à natalidade. São, sim, políticas de incentivo ao aborto. Senão vejamos: para receber 32 euros acabando por gastar 300, mais vale optar pelo aborto. Já bastam as dívidas com a casa, com o carro, com o telemóvel e com as viagens. Mais uma prestação, não, obrigado!

Reforma da Injustiça

O novo Código de Processo Penal vai subir de três para cinco anos o limite mínimo das penas que permitirá a aplicação da prisão preventiva. O novo Código entrará em vigor a 15 de Setembro e promete pôr em liberdade vários presos acusados de crimes até cinco anos.
Não consigo compreender o porquê desta alteração, quando até devia haver uma redução para aplicação de prisão preventiva. Pretende-se poupar dinheiro, deixando criminosos à solta e diminuindo a segurança e a justiça na nossa sociedade.
Cada vez mais, ser-se criminoso compensa e muito! Porque não roubar, violar, assassinar, traficar? Ficam apenas sujeitos a TIR, e quando vão presos logo encontram uma redução de pena que os coloca cá fora prontos para voltar à vida do crime. Pergunto: são estes os fins das penas e os das medidas de coacção? É para isto que serve a justiça?
É uma vergonha esta reforma e esta justiça actual que atribuem mais direitos aos arguidos do que às vítimas. Hoje em dia, vergonhoso é ser-se ofendido. Ser-se arguido é só uma saída profissional a seguir.

quinta-feira, julho 19, 2007

Sem tirar nem pôr

"Parem de encontrar problemas nas instituições quando o problema está nas pessoas. A crise da direita, a tão falada crise da direita deve-se, única e exclusivamente, à geração de políticos ignorantes e sem substância. Políticos com a escola de organizações políticas de juventude, que mais não sabem fazer do que intriga.

A política em Portugal é o albergue dos párias. Somos governados por pessoas sem nenhuma competência. Perfeitos inimputáveis que sobrevivem no cerco montado pelos aparelhos partidários.

Não é nos militantes que os líderes encontram a solução. Nos militantes está o problema. Cães de fila que mordem uns nos outros. Entrincheirados em facções de “gente” e não de ideias, deslumbram-se com os donos e ficam cegos.

É esta canalha que tem de ser dizimada, talvez à paulada, para que se possa devolver o exercício do poder aos técnicos, aos sábios; pessoas que não vivem da política e tão-pouco querem viver da política, mas que podem servir publicamente o país quando são chamados pelo mérito e superioridade."


fonte: LÓBI

Ainda a propósito de uma tal de Ibéria

Soube que numa sondagem, 50% dos portugueses acha boa ideia a sugestão de Saramago. Eu acho que os seus nomes deviam ser publicados, de modo a que se algum deles algum dia estampar o seu rosto numa qualquer lista de um qualquer partido concorrente a umas quaisquer eleições, nós possamos saber em que não votar, de certeza.
A propósito de nos devermos entregar a Espanha para melhorar a qualidade de vida, tenho poucas palavras a dizer: a rendição só é uma opção para os fracos! Fracos esses que não têm qualidade, nem capacidade, para darem a volta por cima quando a situação é adversa. A opção é lutar com pessoas capazes. A rendição e a entrega jamais serão hipóteses a considerar, quanto mais a promover.

quarta-feira, julho 18, 2007

PJ

Como é do conhecimento de alguns, tentei entrar na Polícia Judiciária através do concurso para Inspectores estagiários que foi aberto em Julho do ano passado. Não era um sonho de criança, ou de já há alguns anos. Pelo contrário. Foi um sonho que só surgiu quando me apercebi do que é que realmente é a PJ.
Investi bastante neste concurso. Depois de quatro provas, três delas bastante exigentes, soube ontem que reprovei nas quartas provas realizadas.
É decepcionante, e é com tristeza que lido com o assunto. Porém, alguém tinha que ficar para trás. Hoje fiquei para trás, amanhã serei bem sucedido, acredito nisto. No entanto, a desilusão ninguém a tira. À medida que vamos ultrapassando obstáculos, vamos aumentando as expectativas. Acontece a todos.
No final de tudo, vou tirar uma pausa para repensar a minha carreira e o meu futuro e brevemente espero ter a situação definida.
Para a PJ e para todos os que continuam em prova, só posso desejar toda a sorte do mundo e que os 150 escolhidos possam dar continuidade ao elevado prestígio com que esta conta no mundo inteiro.

segunda-feira, julho 16, 2007

Traidor ou Realista?

Persona non grata

Um tipo que sugere um novo País chamado Ibéria, no qual Portugal seria uma região espanhola, tal como a Andaluzia, a Catalunha, a Galiza, etc, só pode ser um traidor! Podíamos até estar na miséria, a comer bocadinhos de terra, mas sermos espanhóis, nunca! Nem espanhol, nem francês, nem africano, nem americano, mas somente português!
José Saramago que continue feliz pelas Canárias, e que fale castelhano. Diria mais: dedique o prémio Nobel aos espanhóis, comece a escrever em espanhol e esqueça que existe Portugal ou a língua portuguesa. Aproveite e lembre-se de pedir subsídios e homenagens a Espanha e às suas regiões, em vez de os pedir a Portugal. Em território nacional deixou de ser bem-vindo.
Para mim, Portugal ainda não teve nenhum Nobel da literatura. Este é apenas um espanholito que andou escondido muitos anos e só se decidiu assumir de há pouco tempo para cá. Nunca foi português. Escreve em português, mas não o é. Na minha opinião, devia começar a assinar os livros como Manolo Saramago, ou Pablo, e escrever na língua que tanto gosta: castelhano.
Andam os portugueses deliciados com um tipo que atenta à nossa identidade nacional... Felizmente nunca tive curiosidade em ler Saramago. E, definitivamente, não vai ser agora que vou ter.
Saramago para mim morreu. Aliás, a partir de hoje, vou ignorar que alguma vez nasceu! Doravante, homenagear Saramago, será legitimar a traição à Pátria.

A analogia com o futebol

Depois de vários partidos contarem com o apoio de futebolistas, António Costa deu ontem uma volta por Lisboa, em cima de um Camião e acompanhado pelo seu plantel, para festejar a sua vitória. Em muito se assemelhou aos festejos dos jogadores de futebol quando são campeões nacionais ou vencem a Taça.
Com os adeptos nas ruas, esperamos que em 2009, o vencedor das eleições suba ao Marquês de Pombal e ponha uma bandeira ou um cachecol do partido respectivo ao lado de um dos leões da estátua, ou mesmo à volta do pescoço do Marquês, e dê um belo mergulho na fonte luminosa.
Assim, sim, política e futebol andam de mãos dadas.

Responsabilidades

Na minha M. H. opinião, os resultados de ontem são ainda um reflexo da liderança de Ribeiro e Castro. Portas ainda não teve tempo para fazer mudanças significativas no Partido.
No entanto, a responsabilidade da escolha do cabeça-de-lista deve ser imputada a Portas. Telmo Correia é uma péssima opção e Portas devia sabê-lo. Quem perdeu internamente para um "semi-desconhecido"-e-nada-preparado Ribeiro e Castro, não pode ser uma boa solução para o exterior.

domingo, julho 15, 2007

Como ganhar em eleições

Estas eleições foram uma lição para todos. A receita para se ganhar em eleições é simples: abandonamos o partido, fazemos figura de patinho feio, atraímos indecisos, porque vão ver em nós uma alternativa aos partidos, e atraímos também alguns militantes de partidos concorrentes, dizemos que não nos juntamos a ninguém porque somos independentes do sistema e esperamos.
No final, como temos bastantes votos, basta que nos juntemos ao vencedor para formar maioria, alegando que estamos disponíveis "para votar favoravelmente todas as propostas que ponham o interesse dos lisboetas acima dos interesses partidários ou dos interesses económicos". Cereja no topo do bolo é o partido do qual nos retirámos, ser o vencedor das eleições. Aí, ainda poderemos acrescentar que não estamos dispostos "para prescindir dos nossos ideais a troco de qualquer lugar na vereação". É bonito e as pessoas gostam de ouvir. O final já sabemos como vai ser: acabamos coligados e os eleitores acreditam nas balelas que lhes foram contadas.
Como vêem, é fácil ganhar alguma coisa em eleições.

Procura-se...

... militante socialista que resida e saiba o que é Lisboa.

Na sede de candidatura de António Costa...

- "De que bairro é que a senhora é?"
- "Não sou daqui. Sou de Famalicão."
- "E o senhor? É daqui?"
- "Não. Também sou de Famalicão."
- "A senhora vem de onde?"
- "Sou de Cabeceiras de Basto."
- "E o que é que está aqui a fazer?"
- "Não sei bem. Disseram-me para vir no autocarro e eu vim..."

Aí está uma verdadeira candidatura por Lisboa. Tanto a campanha, como a respectiva sede, têm muita gente, pena é que ninguém seja do município no qual houve eleições. Começa no Presidente da Câmara, que nem em Lisboa reside, e acaba nos restantes.
Eu bem sei que Portugal é pequeno, mas daí Famalicão e Cabeceiras de Basto estão um "bocadinho" fora da periferia da capital.

Eleições em Lisboa (parte II)

Finalmente sabem-se os resultados. Se alguém temia surpresas, já se desfizeram as dúvidas. Para infortúnio de alguns, não foi António Costa que ganhou. Sim, foi o que teve mais votos, mas não foi o Costa que ganhou. Também não me venham com clichés como "foi Lisboa que ganhou". Não. Lisboa teve uma derrota esmagadora. Maior que a do PSD e do CDS juntos. Lisboa perdeu e, com isto, perdemos nós lisboetas. Quem ganhou estas eleições foi o sistema. Mais um passo rumo ao Regime que José Sócrates pretende instaurar num Portugal adormecido.
Também não foi Fernando Negrão que perdeu. Além de Lisboa, quem perdeu foi o PSD. O PSD vive há bastante tempo com um fenómeno de incapacidade acidental. Incapacidade acidental essa que foi provocada por Marques Mendes e hoje está transformada numa incapacidade permanente. Podemos dizer que é um género de meio termo entre uma interdição e uma inabilitação. Ia mais para a primeira. Tendo sido decretado tutor do PSD, não só provocou esta incapacidade no Partido, como esbanjou os bens mais preciosos do seu património: a força, a capacidade, a liderança. Digamos que Marques Mendes é um género de Manuel Damásio do PSD. Pegou num partido tremido, mas ainda em pé, e conseguiu fazer-lhe uma valente rasteira, fazendo-o cair. Não se dando contente com a queda, dizia com a boca que o queria levantar, mas fazia (e ainda faz) questão de lhe dar mais uns pontapés.
Quanto a Lisboa, de cada vez que me disserem que o povo do Norte é tacanho e ignorante, vou ter que os recordar do dia 15 de Julho de 2007. Antes que encham a caixa de comentários com críticas a esta frase a propósito das gentes do Norte, deixem-me explicar. Eu sei que as pessoas no Norte não são ignorantes, apesar de se propagar no Centro e no Sul do País que o povo do Norte tem este defeito, é tacanho, bruto, provinciano, campónio, etc. Pois bem, podem ter os defeitos que têm, mas não são burros, nem estúpidos! No Norte, muitos problemas resolvem-se à cajadada e ao punho. Em Lisboa vive-se de burocracias e de cortesias, que mais não são do que hipocrisias. No Norte, o sistema não teria ganho, nem que António Costa fizesse trapézio ou corresse todo nu na Foz, nos Aliados, ou noutra cidade qualquer situada no Norte do País. Não só tal não acontecia, como ainda seria corrido à pedrada.
O povo de Lisboa (no qual me incluo, mesmo não tendo votado) é burro ao ponto de saber que votar no PS e em António Costa é votar no sistema e é fortalecer o Regime de Sócrates que aos poucos se vai formando, e mesmo assim decidir votar nele. Não vale como desculpa a falta de informação em Lisboa, ou a pouca formação dos lisboetas. Vale apenas a sua idiotice ao colocarem lá um homem cujo único destino aceitável deveria ser a junta de freguesia de Socorro, através da qual poderia liderar a zona do Martim Moniz.
Por outro lado, verdade seja dita, não existem alternativas válidas. Dos restantes seis mais votados, não há um único que se aproveite. Ou são arguidos, ou estão lá por birra e teimosia, ou então estão lá para destruir as ideias de quem está no poder e arranjar uns tachos para amigos e família.
Ainda assim, os lisboetas tinham obrigação de votar num dos candidatos que gozassem de menos popularidade e nunca tiveram uma oportunidade, como forma de contestação ao sistema, ou então para dar essa mesma oportunidade de trabalhar a quem não a teve. Na falta disso, tinham o voto nulo. A abstenção não é solução, e o voto em branco fica para os cobardes que não têm coragem de expressar a sua opinião. Uma coisa é certa: António Costa nunca! Jamais! Carmona, tão-pouco. Negrão, nem pensar. Roseta, em ocasião alguma. Rúben Carvalho, nem por sombras. Sá Fernandes, nem comento. Telmo Correia, não preciso dizer nada.
O povo de Lisboa teve nas suas mãos uma grande oportunidade de manifestar a sua indignação face ao PS, mostrando-lhe um cartão vermelho. Não só não fez isso como deu motivos para Sócrates e companhia governarem como têm feito até agora e seguirem a sua marcha triunfal, e não deram ao Presidente da República o abanão que este precisava para agir contra o novo Regime. Com estes resultados, ninguém poderá contestar a passividade de Cavaco Silva. Na verdade, o PR limita-se a representar os portugueses e os portugueses mostraram que querem o PS. E não foram meia dúzia deles. Foram os portugueses da capital portuguesa. Os portugueses da cidade com maior densidade populacional. Os portugueses da cidade das oportunidades em Portugal.

sábado, julho 14, 2007

Incrível

"Uma professora do 1.º ciclo, em Ovar, vai ter de regressar ao trabalho apesar de lhe ter sido diagnosticado três cancros. A junta médica deu a docente como inapta para o trabalho, mas alguém na Caixa Geral de Aposentações (CGA) riscou o ‘sim’ conferido à incapacidade de exercer as funções e substituiu-o por um 'não', acrescentando que “altero a decisão da junta, claramente houve um engano no auto”.
Maria Conceição Marques, vítima de um cancro na mama, um no útero e outro na língua, terá assim de voltar a apresentar-se na Escola Básica do 1.º Ciclo da Regadoura, em Válega, em Setembro, só podendo voltar a apresentar um atestado médico um mês depois, segundo a edição deste sábado do ‘Jornal de Notícias’, que dá conta deste caso."

Fonte: Correio da Manhã

Já disse o que tinha a dizer sobre estas situações vergonhosas e nada mais tenho a dizer, a não ser publicá-las para que muitos tenham conhecimento delas.

Estão aí os saldos

Começam amanhã os saldos de verão. Esta prática comercial foi sujeita a uma revisão legislativa recentemente, encontrando-se agora prevista no Decreto-Lei 70/2007. Consultem o diploma aqui, e prestem bastante atenção aos possíveis abusos por parte dos comerciantes.

sexta-feira, julho 13, 2007

A folia

Confesso que gosto de eleições em Portugal. Não sou o único. Uma série de gente também gosta. Deve ser por isso que muitos pedem a demissão de titulares de cargos políticos por dá cá aquela palha.
As minhas motivações são outras, mas nem por isso diferentes das de muitos outros. Gosto deste ambiente de festa, de ver os políticos nas ruas a fazerem tudo para caçar um voto. Tem a sua graça. Por exemplo, alguém conseguiria imaginar o burguês do Manuel Monteiro, habituado a passear o cãozinho, a dizer "os cocós dos cavalos"? Ou militantes do PNR a distribuírem flyers a lisboetas, mas sempre que se deparavam com africanos distribuíam olhares "diferentes"? O PSD a fazer campanha no maior Concelho português com 20 pessoas? Carmona a discursar para apenas cinquenta idosos? Helena Roseta a cantar? Pedro Quartin da Graça na televisão? Gonçalo da Câmara Pereira na televisão que não para cantar fados, participar em reality shows ou falar da família? Telmo Correia a distribuir pás e vassouras para os lisboetas varrerem Lisboa, mesmo sabendo que vai ser o CDS a ser varrido? António Costa a conversar e a revelar paciência com uma pessoa que chamava Sócrates de ditador? José Sá Fernandes a exibir a sua futura equipa de assessores, mesmo sabendo que não terá pelouro? Ruben Carvalho ter um dia de discurso não destrutivo? Garcia Pereira a viajar em transportes públicos?
Reparem, são este tipo de coisas que me fazem adorar as campanhas e as épocas de eleições. Cantores de borla, beijinhos, mangas arregaçadas, brindes, bailes, enfim... Aos milhares de promessas e à festa, juntam-se acusações e difamações. Ora sai um sorriso, como um dedo apontado ao adversário, com as equipas dos candidatos a aplaudirem ou a abanarem a cabeça negativamente. Pelo meio e no final, as eternas queixas contra actos que o CNE repudia, mas que nada faz.
As eleições são jogos interessantes. Jogos de hipocrisia. As eleições são como o Big Brother. Ambos os jogos são ganhos por aquele que conseguir reunir o maior número de ignorantes que ainda acreditam que no Big Brother não existem estratégias e todos os candidatos estão a ser honestos e sinceros.
É por isso que gosto de eleições. Com tantas atracções, como é possível não gostar delas?

Aniversário de boa memória

Fez ontem um ano que me licenciei no curso de Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Balanço deste ano que passou: era bem mais feliz na altura...

Ainda assim, fica a lembrança e a saudade.

Resumo: jovens delinquentes no Mundial

Depois de um jogo fantástico contra a Nova Zelândia, acabou o gás desta juventude. Se a derrota contra o México foi vista como natural e, ainda assim, Portugal rubricou exibição muito positiva, as derrotas contra a Gâmbia, um punhado de meninos de cor com idades entre os 18 e os 20 anos, mas com corpo de 30 e que só sabiam correr e chutar para a frente, e contra o Chile, foram decepcionantes. Despediram-se com cenas dignas tristes e ainda bem que acabou o nosso martírio de ver um treinador que não tinha outra táctica senão "entrem em campo e façam o que conseguirem". Uma táctica, um treinador e um bando de jogadores que pareciam vindos de outra dimensão, de um qualquer bairro de lata português, onde eles desempenharam o papel de meninos rufias habituados ao futebol de rua. Pobres dos emigrantes que tanto os apoiaram.
Mas passo a fazer a avaliação individual de cada um dos jogadores que actuou neste Mundial:

Rui Patrício - é um dos raros jogadores de classe desta equipa. Tem personalidade, entrega, excelentes reflexos e o grande azar de ter uma defesa que parece uma autoestrada. Fez defesas impossíveis e fiquei espantado com as suas exibições. Um guarda-redes muito completo que, para a idade que tem, fez lembrar um pouco o espírito de 91, quando Portugal tinha um guarda-redes de categoria semelhante, chamado Fernando Brassard. O Sporting tem aqui um grande guarda-redes que se for bem aproveitado pode vir a ser um símbolo do futebol português. Muito completo e muito calmo para a idade que tem.

Bruno Gama - a par de Rui Patrício, é outro dos jogadores de classe da selecção. Avançado do Porto, era o capitão de equipa, e justificava-o. Muita técnica, sentido táctico, bom marcador de livres, circula pelo campo todo e não se recusa a defender. Outro jogador com um futuro auspicioso à sua frente. Peca por ser baixo.

Pelé - é mais trinco que organizador, mas chega a desempenhar ambas as funções, subindo várias vezes no terreno, o que o torna num jogador box-to-box. Tem elevada técnica, calma e muita classe, tendo rubricado três exibições muito positivas. Jogador do Guimarães, a continuar assim, não me parece que o seja por muito mais tempo. Foi dos jogadores mais interessantes de ver neste Mundial. Peca pelo excesso de amarelos e por faltas desnecessárias.

Feliciano Condesso - um jogador interessante. Não se viu muito, mas o que se viu deixou curiosidade. O centrocampista do Villarreal é muito batalhador, rápido, tem bom porte físico e joga simples. Raramente complica.

Antunes - nota-se que é o mais experiente da equipa. Não é um lateral do outro mundo, mas sabe posicionar-se, sobe bastante no terreno e tem um pontapé forte. Para a idade que tem é bom já ter esta experiência toda. No entanto, não me parece ter qualidade suficiente para jogar num clube grande a curto prazo.

Bruno Pereirinha - muita entrega, muito polivalente, muito versátil, muita técnica. Numa posição diferente daquela a que está habituado no Sporting, consegue exibições bastante positivas. A continuar assim, vai dar que falar.

Fábio Coentrão - o típico jogador de rua. Elevada técnica, mas pouca disciplina. Muito exibicionista, prefere dar nas vistas e tentar mais uma finta, do que jogar fácil. Perde-se em corridas desnecessárias e refila mais do que joga. Não dei conta de uma jogada que fosse em que não discutisse com o árbitro, com os colegas ou com os adversários. Só a técnica não basta. Ou muda bastante o seu comportamento, ou o Benfica não passará de um sonho.

Mano - um lateral trapalhão, mas que mesmo assim vai resolvendo os problemas. Achava-o um jogador eficiente e com algum trabalho de futuro poderia ser interessante até ver o que fez ontem contra o Chile. Definitivamente, falta-lhe personalidade e tranquilidade.

Zequinha - mostrou muita técnica, muita entrega, muita garra, mas pouca personalidade. Estava a revelar-se um jogador muito interessante. Quem joga num clube grande como o Porto, já com 20 anos de idade, não pode perder a cabeça daquela forma.

Nuno Coelho, Vítor Gomes e Zezinando - desenrascam no meio-campo. Quando defendem nem sempre é da melhor forma, e quando atacam idém. Pelo menos atrapalham o adversário.

Steven Vitória, Paulo Renato, João Pedro, Pedro Correia - muito contribuíram para a valente auto-estrada que foi a defesa nacional. Marcam mal, não revelam tranquilidade, e são demasiado violentos. Se o futuro da Selecção Nacional passar por eles, simplesmente não teremos futuro.

quinta-feira, julho 12, 2007

Procura-se: Homem com capacidade para ser Presidente da República

- "Todos nós temos que ter cuidado com as nossas atitudes para que a nossa democracia tenha mais qualidade" - Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva;
- "Talvez alguns agentes de poderes públicos devam ter cuidado com as suas atitudes", idém;
- "o mesmo se estende aos partidos da oposição e cidadãos em geral", idém.

Senhor Presidente da República, seja Homem! Seja Homem, chame as coisas pelos nomes e diga-as olhando nos olhos quem as merece ouvir! Seja Homem e aja em conformidade! Seja Homem e comente as vergonhas que têm ocorrido! "Tenha-os" no sítio, sff! As verdades têm que ser ditas, e Portugal além de um Governo como deve ser e de uma democracia que faça jus ao nome, precisa de um Presidente da República que seja Homem, assuma os problemas e os resolva junto de quem tem que resolver!
Já agora, quando se refere à oposição, refere-se ao PSD ou ao CDS? Se sim, muito mal anda este Presidente. Bater em mortos não vale. Não teve coragem de dirigir o seu discurso a quem está no poder. Como apaziguador que quer ser, tinha que dar o tímido sermão à oposição que não faz mal a uma mosca.

Façam-me um desenho, a ver se consigo entender

"Duas professoras portadoras de doenças oncológicas graves serão obrigadas a regressar ao ensino no próximo ano depois de a reforma lhes ter sido recusada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) depois de várias juntas médicas.
Estes dois novos casos surgem em plena polémica provocada por decisões idênticas de juntas médicas da CGA e que levaram a que dois outros docentes tivessem morrido no activo."

Fonte: Diário Digital


Não consigo perceber o que se anda a passar. Em primeiro lugar, subitamente o cancro generalizou-se por entre os professores. Em segundo lugar, não consigo perceber como é que são recusadas reformas antecipadas em virtude de doenças graves como são as oncológicas. Tudo isto é ainda mais grave quando vemos professores a justificarem faltas por "dores de cabeça", "febre", "indisposições" ou "para tratar de assuntos pessoais". Muitos ganham uns dias em casa com justificações que não o são.
Justificar faltas e darem-se dias por causa do que indiquei em cima, tudo bem, são coisas graves! Mas um cancro é doença de meninos! São uns fracos estes professores! Onde já se viu não aguentarem um cancrozinho?

quarta-feira, julho 11, 2007

É como deixar o lobo entrar na capoeira

Segundo foi noticiado há alguns dias, Carlos Cruz foi impedido de ir à Eurodisney por ordem da juíza. Este é um dos problemas da falta de, ou escassa, fundamentação.
Por mais que Carlos Cruz queira arguir a prescrição da medida de coacção que o impede de se ausentar do país, não vai conseguir satisfazer as suas pretensões.
O que está aqui em causa não é a ausência do país, mas sim o destino do arguido. Sejamos sinceros: com tanto sítio para ir, parece-vos inteligente que um arguido num caso de pedofilia peça permissão para ir à Eurodisney? Já agora, como pena, porque não realizar trabalho comunitário desempenhando funções num Infantário?

Radares e caça à multa

É com alguma curiosidade que presto uma maior atenção aos e-mails que me enviam sobre os radares instalados nas cidades e respectivas periferias, para detectarem infracções de trânsito. Onde o portuga pensa que pode infringir sem ser apanhado e aproveita para abusar desse instinto de libertinagem que tem, é onde agora é "caçado". Dou a mesma atenção às notícias que circulam na comunicação social a propósito desta matéria.
Não posso deixar de me rir quando vejo sempre os comentários do costume. Comentários esses que têm origem em cidadãos ansiosos de dar mais azo a essa libertinagem e sem respeito ou cuidado para com o próximo. Apelidam os radares de caça à multa. E ainda chamam de "sacanas" e de "pulhas", os tipos que têm a ideia de avançar com estas medidas, bem como acusam a polícia de perseguição.
Meus amigos, muito fraca ainda está a lei para os infractores. Muito poucos e limitados ainda são os recursos. Um carro nas mãos é pior que uma arma. Uma arma desfere um golpe numa determinada área do corpo, podendo ser mortal ou não. Um automóvel, pelo contrário, apanha praticamente o corpo todo. Tudo o que envolva acidentes de viação, tem uma maior probabilidade de ser mortal do que um golpe desferido por uma arma.
Passar um contínuo, passar três faixas num raio de 20 metros, não saber circular numa rotunda, enfim... o que for, atrapalha o trânsito, e pode resultar em acidentes. O Código de Estrada não surgiu para atrapalhar a vida a ninguém. O Código de Estrada surgiu para colocar ordem e para que ninguém seja prejudicado.
As multas e as coimas, no meu entender, ainda não se revelam adequadas. Já se aproximam um pouco do ideal, mas ainda não são as adequadas. As restantes sanções também não parecem ser as ideais. É com algum desagrado que vejo que os tribunais só se atrevem a mandar alguém preso após a terceira vez, e muitas vezes é pena suspensa. Não podem ser tão brandos.
Quanto aos radares, acho uma das poucas ideias brilhantes dos políticos e das forças de segurança nos últimos anos. Aplaudo a inauguração de cada radar e saúdo cada agente da autoridade que se esconde numa ponte, no meio do mato, ou num carro à civil, pronto a apanhar os infractores. Se ganham com isso, se se regozijam por isso, que seja! Os condutores que não lhes dêem motivos para sorrir e para ganhar a vida à custa disso: cumpram a lei.

terça-feira, julho 10, 2007

"O" candidato

António Marinho Pinto é o candidato de muitos dos redactores deste blogue. É o candidato que reúne a nossa preferência porque representa a luta contra o sistema vigente, contra os vícios instalados em Portugal e na advocacia, e porque é conhecido pela sua luta contra a injustiça.
António Marinho Pinto tem garra, tem vontade de trabalhar e de fazer algo útil pelos cidadãos e pelos advogados.
São muitas as esperanças depositadas nele. Depois de em 2002 ter ficado a pouco mais de 1000 votos de vencer as eleições, este ano tem capacidade para conseguir chegar ao cargo desejado por muitos: o de Bastonário.
Uma coisa é certa: António Marinho Pinto representa sangue novo e a juventude vê nele uma réstia de esperança.
Quem quiser, pode consultar o site oficial de António Marinho Pinto, clicando aqui.
Outra coisa é também certa: jamais poderíamos apoiar, ou ver com bons olhos, a candidatura de Menezes Leitão. Depois de ter sido um dos grandes responsáveis (enquanto Presidente do Conselho Directivo) pela situação horrível que a Faculdade de Direito de Lisboa ainda hoje passa, agora candidata-se à Ordem dos Advogados. Menezes Leitão representa o sistema, aquilo a que estamos habituados a ver no dia-a-dia. Não queremos mais do mesmo, obrigado.

A obra (útil) que António Costa deu a Portugal:

nota: não existe lapso. A obra é a apresentada no post.

Pepe no Real Madrid: assim sim!

Estou feliz pela transferência do Pepe para o Real Madrid. Não por este abandonar o Porto e o futebol português, mas porque já estava na hora de nós portugueses começarmos a enganar os espanhóis.

Dica da semana: como recuperar o dinheiro de uma compra efectuada quando não se permitem cancelamentos?

Ao contrário do que muitos dizem, efectuar compras pela Internet é a coisa mais segura e podem muito bem salvar a vossa pele em muitas ocasiões.
Se efectuaram uma compra pela internet, que vos diz que ao adquirir tal produto (ex.: passagem aérea) já não podem voltar atrás, e mesmo assim se arrependerem e quiserem voltar atrás, existe uma solução que não existe em mais nenhuma forma de pagamento. Basta apenas que se dirijam ao vosso banco e apresentem reclamação relativamente àquele valor e digam que não foram vocês que o fizeram, ou que não vos dava oportunidade de confirmar as opções. Ao fazerem reclamação de uma operação efectuada por VISA, Mastercard ou American Express, a SIBS é obrigada a devolver o montante ao cliente. Demora cerca de duas a três semanas, mas volta.
Se efectuassem a aquisição na loja física, ou através de outro meio, bem podiam chorar que iam ficar com o produto adquirido nas vossas mãos.
É esta a minha dica da semana. Serve para qualquer tipo de bens e serviços adquiridos pela internet.

segunda-feira, julho 09, 2007

Voto Nulo

Pela primeira vez na minha vida apelo ao voto nulo. Neste caso para Lisboa. É o que merecem. Começou logo nos primeiros dias, quando sete dos doze candidatos indicaram que Lisboa é ingovernável. Se é ingovernável, porque se candidatam à Presidência da Câmara? Logo aqui se vêem as intenções destes sete (Negrão, Costa, Carmona, Roseta, Sá Fernandes, Carvalho, Correia). Não preciso saber mais nada. Basta isto para se ver a seriedade de cada um deles.
Gostaria de saber a opinião dos restantes cinco a propósito da governabilidade (ou falta dela) de Lisboa, mas a comunicação social não lhes deu a mesma oportunidade que aos outros sete. Como não conheço os propósitos destes cinco e conheço os dos outros sete, nenhum deles é credível até ao momento.
Como tal, no próximo domingo, vote nulo!

Preenchendo alguns buracos

Dos 150.000 postos de trabalho prometidos pelo PS, a PGA acaba de contribuir com a disponibilização de 220 lugares, recorrendo ao despedimento de número igual de trabalhadores.
De referir que os próximos 220 serão contratados através de CPS (contrato de prestação de serviços), permitindo diminuir custos (dado não terem que fazer descontos, nem pagar subsídios de Natal ou de férias) e colaborando com a diminuição do desemprego em Portugal. Sim, em Portugal, contrato de prestação de serviços é uma modalidade de contrato de trabalho, mas mais "flexível".
Quando a OCDE referiu que é preciso alterar a lei laboral de forma a permitir mais despedimentos, esqueceu-se que os portugueses já descobriram esse elixir há muito tempo. Para quê mudar a lei quando temos os recibos verdes?

E explicar isto ao Fernando Negrão?

BCP financia TAP para adquirir PGA ao BES.

Eis uma das provas de que "algo" vai mal na justiça

"Onze anos de prisão. Foi esta a pena aplicada por um colectivo de juízes do Tribunal São João Novo, no Porto, a Daniel Ferreira, um jovem de 21 anos que matou um dos trolhas que atirou um piropo à sua namorada. Depois de ouvir a sentença, o rapaz, que está em prisão preventiva, sorriu. No fim da leitura levantou o polegar em sinal de agrado, dirigindo-se aos vários amigos que assistiam à audiência. Quem não gostou da pena foi a mãe de Paulo Sousa, o trolha assassinado, que à saída repetia que não foi feita justiça.
O Ministério Público, que acusou o jovem de homicídio qualificado, o que implicaria uma pena entre os 12 e os 25 anos, recusou-se a adiantar se vai recorrer da sentença. A advogada de defesa, por seu lado, mostrou-se satisfeita e afirmou que não vai pedir a revisão da pena.
Os juízes condenaram Daniel Ferreira por homicídio simples, rejeitando a tese defendida pelo Ministério Público que sustentava a especial censurabilidade da conduta do jovem, devido ao motivo fútil do crime. Na sentença o colectivo considerou, contudo, que “o motivo da facada não foi meramente o piropo, mas também o conflito que se seguiu”. “Se a vítima não contribuiu para o desfecho, também não fez nada para o evitar”, avaliou o colectivo.
Foi dado como provado que em Maio do ano passado, Daniel Ferreira passava numa rua do Porto, perto do Marquês, quando um grupo de trolhas atirou um piropo à sua namorada. O colectivo não apurou a terminologia exacta do que foi dito, mas considerou que terá sido similar a “linda menina, papava-te toda”. O jovem, que possui já vários roubos e furtos no cadastro, não gostou e ripostou. “Queres uns óculos?”,ameaçou. Os trolhas não se calaram e perguntaram-lhe o que queria. O rapaz pegou num pedaço de madeira enquanto continuava o despique de insultos. Entretanto, entrou no restaurante Solar do Marquês, onde pegou numa faca, com 24 centímetros de lâmina, que espetou na barriga do trolha falecido. A arma atingiu os pulmões do homem, dando igualmente origem a uma hemorragia interna.
Sérgio Bernardino acusado do crime de favorecimento pessoal por ter encoberto Daniel, de quem era amigo, foi condenado a um ano de prisão, suspenso por dois anos. O tribunal deu como provado que este arguido, que trabalhava no Solar do Marquês, lavou a arma do crime e a guardou junto dos restantes talheres, tendo igualmente mentido à polícia dizendo que não sabia nada do que se tinha passado. Já fora da sala de audiência, os amigos de Daniel Ferreira gritavam. “Estás em grande” e “Cinco anos e estás cá fora”, ecoaram nos claustros do tribunal."


Fonte: Público

Acho que isto significa alguma coisa. Para mim é só mais uma das provas que vamos tendo diariamente de que "algo" vai mal na justiça. Digo "algo" porque faço questão de ser comedido nas palavras. Quando dá vontade de fazer justiça pelas próprias mãos, e os casos se sucedem, estamos perante sinais de uma justiça que não funciona, ou não funciona como devia. É grave, muito grave, quando dá vontade de voltar à Idade Média.

Conversas reais

Conversa real estabelecida entre mim e a linha do Millennium BCP esta tarde:
- Millennium BCP, muito boa tarde, em que posso ser útil?
- Gostaria de activar o Tele MB para a TMN, sff.
- Estou a falar com o Sr. X?
- Sim.
- Está a falar com Y. Como está?
- Bem obrigado. Como está?
- Bem obrigado. Quer activar o Tele MB, certo?
- Certo.
- Qual é a rede a que quer associar o serviço?
- TMN.
- Qual é o número em causa?
- 96 xxx xx xx.
- Quais são os quatro dígitos do seu telecódigo?
- Desculpe?
- Qual é o seu telecódigo?
- Mas porque quer saber isso?
- Tem que mos dizer para poder activar o serviço.
- Desculpe, mas quer saber o meu código? Acha mesmo que alguém no seu perfeito juízo vai dar um código que permite realizar operações bancárias, a uma pessoa que não se conhece de lado nenhum?
- O senhor não me conhece, mas pode confiar em mim.
- Eu? Desculpe lá, nós estudámos juntos, vamos para os copos, ou algo parecido? Eu nem sei se você é loira, se é morena, quanto mais se é de confiança.
- Mas o senhor não tem confiança no Millennium?
- Se quer que lhe responda com sinceridade, não.
- Então porque tem cá o dinheiro?
- Dá jeito para receber transferências, dado muita gente e muitas instituições terem conta no Millennium.
- Mas não confia no banco?
- Não.
- Mas em mim pode confiar. Você pode não me conhecer, mas sou de confiança.
- A senhora não vê televisão? Toda a gente aconselha a não dar os códigos a desconhecidos. E mesmo que ninguém dissesse isso, alguém com o mínimo de juízo e bom senso saberia que não se deve dar os códigos a desconhecidos. Por acaso quer que lhe diga os meus códigos dos meus cartões e os códigos de acesso a esta linha?
- Não! Não! Isso é muito diferente!
- Então posso ou não posso confiar em si?
- Pode confiar em mim. Sou funcionária do banco, sou de confiança.
- Minha senhora, em 385 chamadas que já fiz para esta linha, 380 acabaram com uma reclamação minha. Acha que posso confiar em si?
- Em mim pode, não posso responder pelos outros.
- Espero que já tenha entendido que não lhe vou dar o meu telecódigo.
- Não compreendo porque não confia em mim...
- Quero falar com o supervisor, sff.
- Mas porquê? Está a duvidar de mim?
- Minha senhora, não tenho que duvidar ou deixar de duvidar de si. Não dou um algarismo que seja a pessoas que não conheço de lado nenhum.
- Por favor, peço-lhe que não me ofenda. Pode confiar em mim e no banco.
- Passe-me ao supervisor, sff.
Chamada passada ao supervisor.
A mesma ladainha.
Chamada desligada por falta de paciência e de confiança no Millennium e nas suas pessoas, com a especialidade de, na chamada com o supervisor, este ter dito que nos conhecíamos porque tinha resolvido um problema meu há quatro meses atrás e que eu tinha motivos para confiar.

Lobbying

O Público de hoje dá-nos conta que Portugal não faz "lobbying" na União Europeia, por ainda não se ter adaptado a essa realidade. Outro exemplo dissoé a Espanha.
Algumas são as queixas provenientes de gente ligada à UE a propósito da nossa "inexperiência". Pergunto se eles têm a certeza que Portugal e Espanha, países tipicamente latinos, devem começar a exercer o seu "lobbying" na UE. É que se dentro de casa as coisas funcionam como funcionam, na UE ninguém nos pára! Não há coisa que os portugueses saibam fazer melhor do que "lobbying".
Mas isto acaba por revelar uma coisa: os nossos políticos e altos quadros são um reflexo da nossa sociedade. Quem não se lembra da típica aldeiazinha que tem sempre um mauzão que faz frente a todos e faz o que bem quer e lhe apetece, mas quando sai daquele palmo de terra perde o vigor e a acção toda? O português é assim: é sacana, é esperto, é trapaceiro, mas só no seu pedaço de terra. Quando sai dali, é honesto, sincero e justo. No entanto, se sai da toca e se adapta, não há quem o segure!
Repito: têm a certeza que querem que Portugal e Espanha se adaptem ao "lobbying"?

domingo, julho 08, 2007

Um exemplo para Portugal

"Nicolas Sarkozy, presidente francês, desiludiu hoje milhares de prisioneiros ao recusar-lhes a libertação no aniversário da Revolução Francesa, feriado conhecido no país como Dia da Bastilha.
O antecessor de Sarkozy, Jacques Chirac, ordenava com regularidade a libertação reclusos para coincidir com o feriado nacional de 14 de Julho, usando 'o dia do Perdão' para aliviar as sobrecarregadas prisões francesas. Só em 2006, cerca de 3500 detidos foram libertados.
Todos esperavam que Sarkozy seguisse os passos do seu antecessor, mas o actual presidente - que venceu as eleições em Maio - anunciou o fim da prática. «Não haverá perdões em massa», afirmou, em entrevista ao período francês Le Journal du Dimanche.
«Foi-me proposto libertar 3000 reclusos. Desde quando o direito de perdão pode ser usado como recurso de gerência das prisões?», questionou o presidente.
As 188 casas de detenção da França têm cerca de 61 mil prisioneiros, mas têm capacidade para apenas 50 mil, de acordo com dados oficiais. Funcionários dos presídios temem agora que possa surgir revoltas por parte dos detidos."

Fonte: Sol

Basicamente a França concedia perdões porque não tinha espaço para os presos. Não deviam ser eles a pensar nisso antes de cometerem crimes? Não obstante terem praticado os crimes e estarem a cumprir penas que não vão cumprir na totalidade, ainda pensam em revoltar-se! A sorte é que a França tem alguém capaz na liderança e se se revoltam ainda mais anos cumprem. Infelizmente tem que haver muito pulso para domar este tipo de gente.
Em Portugal devia ser assim também: mão pesada para quem pratica crimes, e nem um perdão que seja na época Natalícia ou por ocasião da vinda do Papa. Cometeu o crime, tem que pagar por isso. Temos que ser responsáveis pelas coisas que fazemos, sejam elas boas ou más.

Live Earth

Não será contraditório realizarem-se vários espectáculos para salvar o Planeta e alertar para o espírito ecológico, mas ao mesmo tempo os mesmos consumirem energia em quantidades abissais?

sábado, julho 07, 2007

Jennifer Lopez ao vivo: onde está a voz?

Era capaz de pagar 10 euros para a ver, mas não dava 5 cêntimos para a ouvir.

Marcha Gay no Porto

O Porto foi hoje vítima da Marcha de orgulho gay, com duzentos elementos, alguns dos quais de cara tapada.
Gostava de compreender que orgulho é o deles que os faz estar de cara tapada. Só sensacionalismo e vontade de dar nas vistas. Nada mais do que isso.

7 Maravilhas

O ser Humano tem destas coisas. Estas 7 Maravilhas, sejam elas portuguesas ou do Mundo, reflectem a essência do homem: não se contenta por ter o mesmo que o vizinho, aquilo que ele tem tem que ser melhor. Só assim se justifica o facto de, com tantos milhares de maravilhas que existem no Mundo, não se darem por contentes e quererem destacar vinte e uma logo à partida, e dessas vinte e uma quererem destacar sete.
Até compreenderia este concurso, se estivessem em competição 21 Cristos Redentores de todo o Mundo, 21 Coliseus de vários países do Mundo, ou 21 pirâmides de diferentes pontos.
Com tanta maravilha tão bonita e tão diversa, em vez de nos darmos por contentes e a privilegiarmos no seu todo, temos que destacar umas e desprezar outras. É assim a natureza humana...
Como também eu sou humano, tenho as minhas preferências.

Curtas

O Prof. Eduardo Vera-Cruz é o novo Presidente do Conselho Directivo da nossa eterna casa: a Faculdade de Direito de Lisboa.
Depois de vários mandatos como número dois, eis que lhe é dado um cargo de comando. Espero que seja desta que a casa tome um rumo e se acabem as peripécias que sucedem todos os anos, especialmente no que toca a alguns catedráticos que por terem vários anos da casa, se acham no direito de usar a casa em seu proveito.
Ainda de destacar o facto do Prof. Vera-Cruz ser das raras pessoas que procuram estabelecer um verdadeiro entendimento entre alunos, professores e Faculdade. Tem apenas um problema: na sua tentativa de conciliar os vários interesses, diz que sim a todos e quando estão em confronto interesses bastante divergentes, nunca se pode dizer um sim sem se apor quaisquer condições. É que mais tarde ou mais cedo, o sim a um vai ser o não aos outros, e volta tudo ao princípio.

A AAFDL abre o seu site com uma mensagem a propósito dos exames, no qual se destaca o título "vergonha". A intenção é boa, mas não vem a tempo de salvar o que quer que seja. Porque não em final de Julho, quando já muitos reprovaram e outros ainda aguardam o resultado dos exames escritos? Terá ocorrido algo novo na FDL para que subitamente se lembrassem de por um comunicado de algo que acontece todos os anos? O mandato da presente Direcção não se iniciou há alguns meses atrás?
Deixo-lhes uma parábola:
"Um Mestre Oriental viu um escorpião que se estava a afogar, decidiu tirá-lo da água mas quando o fez, o escorpião picou-o. Como reacção à dor, o Mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava a afogar-se.
O Mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o.
Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do Mestre e disse:
- Perdão, você é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??!
O Mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um ramo, o Mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida."

Na Faculdade de Direito de Lisboa temos vários escorpiões que, semestre após semestre, picam. Não houve ainda foi alguém que se lembrasse de usar um ramo. Porventura já terão a presente Direcção e os restantes "iluminados" ouvido falar de algo chamado "prevenção"? O povo bem diz que mais vale prevenir do que remediar, mas há quem ainda duvide que a voz do povo é a voz de Deus.

sexta-feira, julho 06, 2007

É esta a educação que os jovens recebem

"A nota média dos alunos internos de Matemática A, leccionada aos alunos da área de ciências, foi de 10,6 valores, o primeiro resultado positivo em dez anos na primeira fase dos exames do ensino secundário. Ao longo da década, o resultado variou entre 7,8 valores em 1999 e 2001 e 9,5 em 2002."

Fonte: Público

São estes os números que o Governo quer. O Governo vive de números, não de qualidade. É preferível ensinar pouco e mal, mas poder ter direito a notícias deste tipo, do que prestar um ensino com qualidade, exigente para preparar os jovens para o mundo universitário e profissional, ainda que a média dos alunos seja negativa e os alunos cada vez menos estudiosos e mais preguiçosos.
Para conseguir apresentar esta média positiva, os alunos do ensino secundário tiveram que resolver aquele que já foi classificado por muitos como o exame mais fácil dos últimos tempos. Basicamente deram um exame nacional de alunos de 4.ª classe para os alunos da 4.ª classe e também para os do secundário. São estes os nossos cérebros.
Regozijem-se e parabenizem-se por estes resultados e continuem a atirar areia para os olhos dos portugueses. Corrijo, continuem a atirar números. É disto que as pessoas gostam: viver de números altos, mas qualidade baixa.

quinta-feira, julho 05, 2007

Relações Luso-Angolanas

É possível traçar um "cenário negro" para as relações entre Portugal e Angola. Tão negro quanto as nuvens que compõem o espaço aéreo que liga estes dois países. Quanto à queda de precipitação, tem havido muita nos tempos recentes, especialmente do lado angolano.
Se os portugueses quiserem entrar neste jogo de retaliação, fazem cheque-mate aos angolanos em três tempos. Basta mexer a Lei da Nacionalidade de e2 para e4 e a peça das licenças e dos vistos de d3 para c5 para que o Rei José Eduardo dos Santos fique KO.

100.000

É este o número que atingimos hoje! Obrigado a todos os que visitaram o Bar Velho Online e esperamos que continuem a visitar-nos muitas mais vezes.
Próximo objectivo: 200.000 visitas!

À portuguesa

A propósito da dupla tributação que Portugal faz nos impostos cobrados na aquisição de automóveis (a dupla tributação), o Ministro das Finanças teve ontem uma posição curiosa e tipicamente portuguesa. Apesar de saber que cobrar imposto sobre imposto é errado, ilegal e representa um desrespeito para o consumidor, atribuindo-lhe uma carga fiscal mais pesada do que aquela que deveriam ter os referidos impostos, Teixeira dos Santos diz que o aviso da Comissão Europeia é apenas um parecer e que Portugal terá a sua oportunidade de responder.
Ou seja, mesmo sabendo que a dupla tributação é errada, tendo sido avisados disso, ainda tentam encontrar maneiras de escapar, recusando entrar no caminho certo e que respeite todos aqueles que diariamente adquirem um automóvel.
Nem sequer falo da tentativa de saírem impunes no tocante à restituição de vários milhões de euros ao consumidor. Nem me refiro a isso! Já só me reporto à possibilidade de poderem mudar este regime a partir de hoje, para que no futuro mais ninguém seja ilegalmente tributado.

quarta-feira, julho 04, 2007

Professor Jorge Miranda: ainda hoje nos surpreende e orgulha

Mais do que formação académica, a Faculdade e os Professores podem dar-nos formação cívica e formação de vida. Em vez do espectáculo a que alguns (muitos) alunos se propuseram na passada semana, ao deslocarem-se até à Assembleia da República para conviverem, fazerem barulho e darem nas vistas, sem que isso resultasse em algo de prático (e os próprios sabem disso), outros agiam de acordo com o problema com que se deparavam. Disso foi exemplo o Digníssimo Professor Jorge Miranda.
A reacção não é o caminho. Essa é a forma de estar de pessoas que podem ser muito espertas, mas pouco inteligentes. Ao contrário de reagir, o Professor Jorge Miranda agiu. Um excelente trabalho, uma excelente forma de mostrar que realmente está interessado em mudar algo, em fazer algo.
Confirmem aqui mais uma obra-prima do nosso Professor. Obrigado Professor Jorge Miranda, por mais uma lição, plena de classe, que nos deu. Quer sejamos estudantes, ou ex-estudantes, todos aqueles que aprenderam consigo, através deste gesto, caminham no mesmo sentido: a honra do Direito.
Em vez de falarem mal dele nos corredores, aplaudam-no e façam-lhe a merecida vénia!

Afinal "aqui" posso falar mal do Governo

A Secretária de Estado da Saúde disse hoje que os lugares onde se pode falar mal do Governo "são na nossa casa, nos cafés e com os nossos amigos". Seguidamente justificou-se, temendo ser demitida mal acabasse o seu discurso, dizendo que na sua casa não fala mal do Governo.
Perguntas para a SE da Saúde:
- o blogger como "a minha casa" ou como discurso para os meus amigos? Ou se usar os computadores do Estado já estou a falar no local errado?
- se falar mal do Governo aos meus amigos funcionários públicos, eles enquadram-se no conceito "amigos", ou para funcionários públicos já não há amigos?
- o que é que vão ensinar mais os portugueses a fazer: a forma de tomar uma refeição e de escovar os dentes? Os sítios onde devo sair à noite? Os sítios onde podemos beijar as nossas mulheres em público?
- quem não cumprir estas instruções, vai ter direito a coimas no futuro? E será obrigado a cumprir pena numa qualquer prisão em Cabo Verde que muitos já censuraram?

Onde está o SEF?

Reuniram-se hoje, no Pavilhão Atlântico, vários líderes de Estados-Membros da União Europeia e dos órgãos da UE, juntamente com o Presidente brasileiro, Lula da Silva, numa Cimeira.
À porta reuniram-se muitos dos 40.000 brasileiros ilegais em Portugal, exigindo a respectiva legalização.
Pergunto: com que direito acham que podem chegar aqui e, sem dar provas de nada mas apenas por serem brasileiros, exigem legalização e, brevemente, nacionalidade portuguesa?! Só porque somos da União Europeia? Querem continuar a contribuir para a mão-de-obra baixa que existe em Portugal?
Deixo outra pergunta: onde está o SEF para deter estes milhares de imigrantes ilegais e extraditá-los para o Brasil?

A vergonha continua

"O Bloco de Esquerda denunciou hoje mais casos de nomeações partidárias para cargos na sub-região de saúde de Braga e insistiu na urgência das explicações do ministro da Saúde, Correia de Campos, no Parlamento, escreve a Lusa.

«O caso de Vieira do Minho não é único, há no distrito de Braga uma partidarização por parte do PS de nomeações para cargos públicos, nomeadamente directores de centros de saúde», acusou o deputado do Bloco de Esquerda João Semedo.
«Estão a substituir-se profissionais competentes e com provas dadas por outros cujo currículo desaconselha a nomeação», criticou o deputado do BE.
Como «caso exemplar», João Semedo apontou o do centro de saúde de Braga em que o anterior director, José Manuel Carvalho, foi «pressionado a demitir-se» por ter denunciado irregularidades na gestão anterior, da responsabilidade dos militantes do PS.
«Como não se assustou com as pressões, acabou por ver a sua comissão de serviço não renovada e foi substituído por uma conhecida militante socialista, cujo currículo está manchado por uma gestão desastrosa no centro de saúde da Póvoa do Lanhoso», apontou João Semedo, referindo-se a Maria Helena Albuquerque.
O BE denunciou igualmente outro caso verificado no hospital de Barcelos, onde o conselho de administração foi substituído com o fundamento de «discordar da política do Ministério da Saúde».
«Em sua substituição foram colocados novos administradores socialistas que acumulam a administração do hospital de Barcelos com a administração do hospital de Braga», referiu João Semedo.
Como primeira consequência, o BE exige a «imediata exoneração» do coordenador da sub-região de saúde de Braga, Castro Freitas.
«Do nosso ponto de vista, o actual coordenador não tem condições de isenção e imparcialidade», acusou o deputado do BE.
Por outro lado, o Bloco renova o pedido de audição no Parlamento do ministro Correia de Campos.
«Queremos a audição, com carácter de urgência, do ministro da Saúde para explicar estas nomeações na sub-região de saúde de Braga», afirmou João Semedo.
A oposição já tinha exigido explicações de Correia Campos na Assembleia da República na sequência do caso da directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, que foi exonerada a 05 de Janeiro pelo ministro da Saúde por não ter retirado um cartaz das instalações do Centro contendo declarações de Correia de Campos «em termos jocosos».
Em conferência de imprensa no dia 29 de Junho, o ministro da Saúde justificou a exoneração da ex-directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho acusando-a de «deslealdade» e «incapacidade» para o cargo ao desresponsabilizar-se pela afixação de um comentário «jocoso» na unidade.
A comissão parlamentar de Saúde reúne-se quarta-feira e deverá analisar e votar os pedidos de audição do ministro Correia de Campos."

Fonte: Portugal Diário

Meus amigos, a vergonha continua. Até onde vai o Presidente da República deixar isto acontecer?! Está na hora de acabar com isto de uma vez por todas! Eleições antecipadas e prisão com estes criminosos, já! Estes Ministros são um atentado à Democracia e aos Direitos Fundamentais dos portugueses!

Mais um exemplo de democracia deste pseudo-governo

"Por determinação do Governo Civil de Braga, o Ministério Público do Tribunal de Guimarães está a investigar ao pormenor o que se passou na pequena manifestação que esperou o Primeiro Ministro, José Sócrates, aquando da reunião do Conselho de Ministros realizada em Guimarães, no passado dia 7 de Outubro."

A arte tem de estar em contexto



Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou durante 45 minutos, numa estação do Metro de Washington, durante a hora de ponta matutina, despertando pouca ou nenhuma atenção. A iniciativa partiu do jornal Washington Post, como forma de lançar um debate sobre arte, beleza e contextos.

Curioso foi o facto de ninguém ter reparado que o famoso violinista tocava um Stradivarius de 1713, cujo valor é de 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde alguns lugares custavam 100 dólares, não chegando estes a ser os mais caros.

Durante a sua actuação na estação do Metro foi ostensivamente ignorado pela maioria, à excepção das crianças, que, inevitavelmente, paravam para ouvir Bell, e houve ainda uma senhora que o vira actuar dias antes e o reconheceu. Segundo o jornal, isto é um sinal de que todos nascemos com poesia e esta é, posteriormente, lentamente sufocada dentro de todos nós.

"Foi estranho ser ignorado" disse Bell, que é uma espécie de guru da música clássica, e que vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou "Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Tocou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce, mas a indiferença foi quase total.

Esse facto não impressionou, aparentemente, os clientes do Metro. "Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado aos aplausos. "Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no Metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo que fosse um simples olhar", acrescentou.

O Director da National Gallery, não se surpreende: "A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará".

Fonte: Washington Post

terça-feira, julho 03, 2007

Igualdade?

José Sócrates vai marcar presença na campanha de António Costa para a CML. É pena que não tenha marcado presença na campanha de Jacinto Serrão na Madeira, não se tendo dado conta sequer de solidariedade para com este. Naturalmente que os interesses que estão subjacentes na candidatura de António Costa são diferentes dos da Madeira.
Mas, mais uma vez se nota a disparidade no tratamento que o Primeiro-Ministro dá à Madeira e do que dá ao Continente.
Em Lisboa é fácil apoiar. Difícil é apoiar na adversidade. Assim se vê o calculismo e carácter de cada um.

Programa de festas do Bar Velho Online

Estamos prestes a completar uma marca bonita: 100.000 visitas! É um número grande e significativo, o que só nos dá mais vontade de continuar com o Bar Velho Online.
Para festejar este feito, vamos organizar um jantar no próximo dia 14 de Julho de 2007, em local a designar, mas no centro de Lisboa.
Estão desde já todos convidados, e para se juntarem a nós basta que enviem um e-mail para barvelho@gmail.com com os vossos dados (nome e contacto telefónico).
Para o 100.000.º visitante o jantar será gratuito. Naturalmente que para poderem beneficiar do jantar gratuito nos devem enviar um print screen da página contendo o número 100.000 e o respectivo ip. Os 100.001.º, 100.002.º, 100.003.º, 100.004.º e 100.005.º enviem-nos a mesma informação, não vá o 100.000.º não poder comparecer ou calhar a um dos redactores do blogue.
Esperamos que se juntem a nós e que nos continuem a visitar mais vezes.

Bar Velho Online

segunda-feira, julho 02, 2007

Lindo, maravilhoso e... gay!

Hoje é dia de júbilo para a comunidade gay do nosso país. Finalmente foi criado um clube homossexual, com o intuito claro de tentar com que o artigo 13º da CRP seja cumprido. Depois de ter sido reconhecido as uniões de facto entre homossexuais e de se falar na legalização do casamento gay, eis que o o Benfas se antecipa e se proclama o 1º Clube gay de Portugal.
Como diria Ricardo Araújo Pereira (um fanático lampião), "Cor-de-rosinha, ai gosta de cor-de-rosinha? Seu maricas...".
Eis os bimbos na vanguarda dos tempos modernos!

Países civilizados

"Proibição de fumar em bares entra em vigor em Inglaterra

Os fumadores em Inglaterra tiveram a última hipótese de acender os seus cigarros em bares e restaurantes na madrugada deste domingo. Às 6:00 entrou em vigor a nova lei que proíbe o fumo em ambientes de trabalho e outros espaços públicos fechados em todo o país.

A Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte já tinham em vigor uma lei semelhante.
A proibição tem por objectivo reduzir as mortes pelo fumo passivo, que, segundo médicos britânicos, ascendem a mais de 600 por ano.

O governo também espera que a nova lei ajude os fumadores a perder o vício e que incentive os jovens a não começar a fumar.

Quem infringir a lei será multado até 50 libras. "

fonte: diário digital

O jota - "pidezinho" dos tempos modernos

A frase não é minha, foi proferida ontem pelo Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Referindo-se à exoneração da Directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, ficámos a saber nos últimos dias que este caso foi denunciado por um militante da JS, que até se deu ao trabalho de tirar fotografias da fotocópia, ue foi exposta na entrada do Centro de Saúde por um médico militante do PCP.
Assim se prova mais uma vez a merda que são as jotas nos dias de hoje, se é que algum dia foram alguma coisa de jeito. Para tentar agradar aos superiores, estes jotas, que não passam de putos parvos que um dia querem ter o seu tachinho, fazem papel de bufos com a esperança de que um dia os adultos dos seus partidos se lembrem deles e os chamem para alguma coisinha a ganhar mais de €2000/mês.
Quem tinha dúvidas, deixe-as de ter: as juventudes partidárias mais não servem do que para encherem comícios, para dar tachos aos meninos e servem de rampa de lançamento para outros voos no futuro. Miúdos que nunca fizeram nada pelo seu país, que não sabem trabalhar, que demoram 10 anos a tirar cursos (os que lá chegam), são autênticos parasitas da classe política, que ajudam a minar a pouca credibilidade que resta na política portuguesa.
Acrescentado a isso tudo, são agora também bufos. Tenham cuidado, já não existem pides nas esquinas, mas os jotas andam por aí, inclusivé na blogosfera...
Inclusivé neste blog...