quinta-feira, janeiro 18, 2007

Vota S!

4 comentários:

historiador disse...

Estávamos no ano da graça de 2003 quando Alexandre Guerreiro foi convidado para integrar o projecto da lista C. Projecto audacioso, encabeçado por um indivíduo, de nome Duarte Vaz, de fiabilidade duvidosa devido ás gravações amadoras que tinha por hábito fazer nos cafés que frequentava, e claro, por pertencer à defunta lista é, que tantas desgraças trouxe à formosa e cheirosa, ainda sem meningite, FDL. O Guerreiro, à época ainda pequenino mas já com muita ambição (ambição essa que, alias, foi crescendo, crescendo desmedidamente até já não caber dentro do corpo esguio, mas franzino, do nosso herói. Consta que terá sido o crescimento da sua ambição, bem como do seu ego, que muitos desamores e dissabores lhe terá causado na vida…), abraçou esse projecto como de seu se tratasse. E foi por esse motivo que após dois longos meses de luta, o Guerreiro abandonou Duarte Vaz e integrou, com o mesmo espírito de liderança e alegria, o projecto da lista R, desta feita no GAPA, com os seus colegas, camaradas e amigos José Carlos Pereira e Diogo Saramago. Este último, por seu turno, andava mais preocupado com tunas e gajas do que propriamente com listas e lutas de poder. Já José Carlos era apenas uma criança… E perante tal cenário, estarão os meus leitores a pensar, o Guerreiro dedicou-se a esta causa que era o GAPA… Não, não foi isso. O Guerreiro nada fez no GAPA, mas não se preocupem porque ele de braços cruzados não ficou1 Não, não. Guerreiro começou nessa altura a praticar o desporto que lhe terá valido a sua ascensão: o cacique, não olhando a como nem a quem! Sim, foi de facto este desporto que lhe valeu a ascensão no seguinte ano a vogal do departamento cultural. Foi um convite do bonacheirão Bruno Cabral (que tão bem conhecia o valor traduzido em votos de Alexandre Guerreiro) que, na realidade, não sabia bem onde havia de pôr o já afamado Guerreiro (nessa altura a sua fama fugia das paredes da própria faculdade, graças às 50 afilhadas que esta nossa personagem angariava por ano!!!!!!), portanto deu-lhe um cargozinho para que ele não fizesse muito barulho e se empenhasse naquilo que era verdadeiramente bom: cacique, cacique, cacique! Terá sido também por este último motivo apontado que Bruno Cabral resolveu juntar também à sua equipa André Couto. Este rapazote, obsessivo, brincalhão, risonho e com um andar de foca, era também conhecido, tal como Guerreiro, pelas suas 50 afilhadas e pelo facto de ter sido, anos a fio, um aprendiz da lista é, a qual aliás, ajudou a destruir tanto como a ajudou a crescer. E com esta parelha incontornável do cacique nunca mais caloira alguma, da FDL ou fora dela, haveria de ter sossego!
Ora, o Guerreiro demonstrou bem a fibra de que era feito: fez um bom mandato, para espanto do próprio presidente, ainda que popularucho, baixinho, assim a modos que a puxar para o vulgarucho… situação que não seria de estranhar tendo em consideração a própria cultura do rapaz.
O grande tsunami surgiu porém o ano passado, altura que Pedro Ângelo se recusou a dar a Mesa da RGA ao nosso Guerreiro. E reza a história que foi aqui, exactamente aqui, que o gatinho Guerreiro se transformou em leão Guerreiro e pôs tudo em pé de vento com as suas garras e os seus textos xenófobos! E isto de xenofobia, para que o leitor não nos acuse de falar, falar e não explicar, terá sido uma certa e determinada situação em que o Guerreiro, auxiliado daquilo que ele gosta de chamar de “liberdade de expressão” (pessoalmente chamo-lhe estupidez e falta de formação) colocou um texto no seu blog barvelho do seu herói dos tempos modernos, Nicolas Sarkozy. O Bruno Cabral, que gosta de votos e de publicidade, percebeu logo que se não travasse aquele Ferrari a tempo, isto poderia custar-lhe a única coisa que Alexandre, o Grande, valia: votos. E aqui, os votos do NEA! Esta história terá terminado quando Cabral obrigou Alexandre a tirar o dito texto, o que acabou por ser bom para a lista mas mau para o nosso protagonista já que a cadeira da Mesa da RGA terá sido lugar onde nunca se sentou e felizmente agora também não se sentará! Acabou por aceitar um lugar no Conselho Pedagógico, cargo esse no qual não precisou de mexer nem um dos seus dedos, e ainda bem, não só porque estaria a gastar os seus preciosos dedinhos, quando todos sabemos o quanto ele precisa de os poupar para poder difamar e insultar todos quanto lhe apetece pela Internet, e sob pena de serem os alunos a sofrer as falhas do seu representante.
Hoje anda por aqui e ali, mantendo no entanto uma espantosa coerência com este recente apoio à Lista S, depois de se ter oferecido em Outubro à Lista A: não importa projectos ou pessoas, comportamentos ou a falta deles. O que importa é protagonismo. E esse, ninguém lho pode tirar, porque ninguém para o Guerreiro! Ninguém pára o Guerreiro! Ninguém pára o Guerreiro, Alêou!

Penso e Digo disse...

historiador, TAS SENIL OU ANDAS A GOZAR COM O PAGODE? JÁ TODA A GENTE LEU ESSA TUA HISTORIA DE ENCANTAR!INVENTA OUTRA!PORQUE NÃO CONTAS A TUA HISTORIA? DÁ PARA ADORMECER?

DJ disse...

Sempre ouvi dizer que a história é uma repetição da própria história, mas este historiador abusa um bocadinho

DJ disse...

qgeOh Rosa arredonda a saia...